
Esse era o mais explicito, pois o tempo estava quente. O sol, a pino. O emissário, feliz, apreensivo, meio perdido, também triste.
A terra, estranha. Onde pisava, ninguém sabia (talvez apenas o dono da realidade não o sabia). Mas, o código existia. A base de tudo era a branca de neve com os anões. Era preciso então, contar aos dedos. Dos pés ou da mão. Nunca juntos.
E como uma imensa loucura, e sem saber de onde vinha, lera e entendera. E a resposta estava bem diante dos olhos. Ou na janela. E os números, por mais incrível que pareçam, estavam na seqüência. Ou eram as letras que o estavam? Ou um representavam o outro?
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2263316733711 | 16162630777 | 66022201246164207 | 0637 | 520111 | 12455160515 | 114512455?
4101 | 027357 | 0625 | 055672576731661 | 5191905 | 376727 | 110532431 | 04404174257.
115061357 | 0602653101031 | 16772667245057 | 0205011022014357.
05 | 75051031 | 2155304336627 | 351454074056047, 1751 0171235. 3561 | 14570026566, 520111| 20333743501. 564061 | 021441655411144431. 042674261 | 01441 | 345371015121.
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Enfim, ele resolveu passar adiante. Ao próximo, o segredo deveria ser inevitável. Ou não? De qualquer forma, o presente estava prometido. Para alguns, a maior idiotice. Para outros, era muito legal. Mas no fim de tudo, a resposta era o que importava mesmo.
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