quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Deus do toque



Em Marcos 1:40-42 lemos uma história incrível que mostra a verdadeira essência de Deus. Diz o seguinte:

 

Aproximou-se dele um leproso rogando-lhe, de joelhos: Se quiseres podes purificar-me. Jesus, profundamente compadecido, estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: quero, fica limpo! No mesmo instante lhe desapareceu a lepra, e ficou limpo”.

 

Esta manhã, ao escovar os dentes, senti um odor estranho vindo do cesto de lixo.

Ao verificar, fui surpreendido por um “presente” do meu sobrinho arthur. Não cheirava bem.

Por isso fiquei a pensar no que os nossos pais fazem por nós. Não é fácil. Limpar todos os dias por muito tempo aquela sujeira que não cheira muito bem. Alguns até engasgam ao sentir o odor. Eu que não sou pai dou meia-volta. Mas as mães estão lá, todos os dias.

Por que é preciso. É porque elas investem. É porque nos amam. Porque não conseguimos fazer sozinhos. É preciso alguém de fibra pra nos limpar de toda aquela sujeira e nos deixar limpos e com um bom cheiro.

Mas agora, imaginemos por um segundo quem é Deus de verdade. Retiremos os muros que fazemos ao redor do seu caráter, e como por um lampejo vejamos um pouco da sua verdadeira face.

Sem o muro do Ira, vemos um Deus justiça que se importa com o mais vil pecador e que decidiu vir morrer mesmo por apenas um destes como eu ou você.

Sem o muro do Poder, vemos um Deus que aceita comer com pecadores, que aceita nascer em uma manjedoura, que aceita pisar nesse chão poeirento e nesse local com um cheiro ruim. Que aceita trocar os louvores de todo o universo pela crítica de um povo perverso e perdido.

Sem o muro da distância, vemos um Deus de compaixão, que toca em seus filhos. Que coloca criança no colo, fala com prostitutas, que toca em pessoas impuras e doentes. Que nos cura da lepra do pecado, do rancor, do egoísmo, da solidão. Um Deus que fala com pecadores, que perdoa aqueles que o perseguem.

Imaginem por um momento o que é poder tocar e ser tocado por Jesus! Imaginem o que estamos pedindo: que o Senhor de todo universo, um Deus puro, vir até nós, pecadores, nos tocar.

Como fez a nossa mãe, ao nos limpar quando precisávamos. E Deus é muito mais. Mais compaixão, mais amor, mais atenção. Basta pedir de coração. E ele nos tocará.

E fará muito mais do que pedimos ou pensamos. Pois o toque de Deus perdoa, sacia de verdade. Pedimos coisas, Deus dá o perdão. Coisas exigem apenas uma ordem do Soberano. Perdão exigiu o sacrifício do filho de Deus. Isso sim, que é alívio para a alma. Que possamos sentir esse toque, a Sua presença redentora ainda hoje, amanhã e sempre.

Que nesse dia nós possamos pensar nesse Deus maravilhoso e que acima de tudo, nós possamos realmente falar aquilo que vivemos. O abraço de um Deus maravilhoso em nossas vidas.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Não a reticência

....TEXTO INACABADO..... (E NEM SEI QDO FICARÁ PRONTO... -BUSCO A RESPOSTA)

Discutindo no trabalho com um amigo meu, chegamos a seguinte conclusão: "tudo é correr atrás do vento".
Você pode até dizer: "mas isso já foi dito por Salomão"! e é verdade. Mas isso foi constatado por mim e por ele agora.
No fim das contas nã há nada que a gente faça que alguns já fizeram antes.
Sabe sobre dizer dos seus nobres sentimentos para uma menina pela qual você era apaixonado, mas que nunca teve coragem de fazê-lo? E depois você se arrepende disso? Não se preocupe. Você não será a primeira pessoa a passar por isso.
E quanto aquele emprego que você sempre almejou, mas, que por medo ou displicência você nunca conseguiu? Não existe aquele sentimento de perda daquilo que nunca teve? Ou simplesmente um arrependimento de nunca er conseguido?
Pois é. Assim é a vida.
Nada do que você passar, será novo.
Por isso o penamento na busca da não reticência.
Quando somos hesitantes, perdemos boas possibilidades na vida.
Mas

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Em busca das respostas



Parece até que caiu a ficha.
Sei lá, tava tudo normal e como uma chuva de verão, que vem sem avisar, um estalo.
Reconheço um pouco do que e quem sou e o que busco.
O que sinto então? Não sei ainda, só sei que não era felicidade.
Tinha errado. Sabia disso. Preciso sempre saber onde estão os meus erros.
Sei que são todos calculados. E talvez seja isso o que me aflija.
Mas, simplesmente, não foi somente isso que me fez parar e refletir.
Sabe no que pensei? Por que que tem que ser uma pergunta com tantas opções como respostas?
Quando olho para os lados, somente as impossíveis são de bom grado.
Percebo falhas que simplesmente não as torna menores, mas simplesmente que me impedem de chegar adiante.
Será que esse medo de errar e ser um erro está me consumindo?
O que faço?
Me apego. Escrevo. Esse é só um começo.
Na minha mente e nos meus escritos busco respostas.
É isso o que o peregrino faz. Busca. Espero que encontre.